sexta-feira, 22 de maio de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Mais uma vegonha
O MP do Paraná confirmou ontem que o Deputado (pilantra) estava embriagado e em alta velocidade.
Esta é a imagem do legislativo brasileiro, roubo, baderna desrespeito.
Será que este pilantra vai ser acobertado pelos cumplices cumpalheiros?
Pois o povo deveria exigir que fosse exemplarmente punido e se isso não acontecer fica provado mais uma vez que justiça no Brasil é para pobre, afrodescendentes e profissionais do sexo.
Resumindo uma zona !
Esta é a imagem do legislativo brasileiro, roubo, baderna desrespeito.
Será que este pilantra vai ser acobertado pelos cumplices cumpalheiros?
Pois o povo deveria exigir que fosse exemplarmente punido e se isso não acontecer fica provado mais uma vez que justiça no Brasil é para pobre, afrodescendentes e profissionais do sexo.
Resumindo uma zona !
terça-feira, 12 de maio de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Mais um espaço
Mais um espaço onde as pessoas que desejem mudar a situação desmoralizadora que vive o Brasil, sendo uma das nações mais corruptas do mundo possam se juntar a nos.
http://protogenescontraacorrupcao.ning.com/profile/AlbertoJCBastosdeFigueiredo
http://protogenescontraacorrupcao.ning.com/profile/AlbertoJCBastosdeFigueiredo
sábado, 2 de maio de 2009
Creio que isso diz tudo, onde estamos, como estamos e como ficaremos.
B O O T L E A DPEDIDO DE DESCULPAS
por Valmir Fonseca Azevedo Pereira
Amigos, o momento é de reflexão, e, portanto, de pedir esfarrapadas desculpas, seguindo o exemplo do nosso magnífico Ministro da Justiça.
Infelizmente, diante da derrocada da verdade, diante do cinismo e da incúria que nos cercam , peço desculpas em meu nome e, despudoradamente, e com a honra enlameada, pela minha falta de visão, assumo o "mea - culpa" por não ter lutado o bom combate.
Fomos dos tantos Cadetes, que em 31 de Março de 1964, saímos da AMAN, sob o Comando do General Garrastazu Médici, um visionário como nós, para participar da Contra-Revolução.
Pedimos desculpas aos nossos ouvintes e instruendos pelas inúmeras instruções e palestras proferidas enaltecedoras daquele Movimento, e esclarecedoras, acerca das verdadeiras intenções dos que pretendiam à tomada do poder. Lamentavelmente, buscamos plantar naqueles jovens, o repúdio, a prevenção e o temor contra os que, à época, valiam-se de todas as formas para dominarem os países não-comunistas.
Desculpem os que morreram lutando em prol da democracia. Realmente, em sua lembrança, eventualmente, envergonhados, rezamos, mas apenas rezamos e lamentamos.
Desculpem-nos seus pais e entes queridos, a esposa e os filhos dos que tombaram por uma causa perdida. Ingênuos, acreditaram em nós.
Como consolo, podemos afiançar que nós mesmos, acreditávamos em nós e na nossa MISSÃO.
Mil perdões aos feridos, aleijados e perseguidos.
Perdoem a nossa incapacidade em prover-lhes, ou aos seus familiares, substanciais reparos financeiros.
Perdoem-nos todos aqueles que foram inoculados com a certeza de que a nossa luta era justa. A cruzada parecia ser contra um inimigo sem face, oculto, que se valia do anonimato, da guerrilha implacável, traiçoeira, da pratica de atentados, assaltos e assassinatos, pois hoje, sabemos que lutávamos contra verdadeiros paladinos. Lutávamos contra verdadeiros guerreiros.
Perdoem-nos pela pobreza de espírito, em não imaginar que o terrorista de ontem, seria o herói de hoje.
Que nos perdoem os que não sofreram qualquer ferimento físico, mas que sentem o coração trespassado pela vergonha, pela decepção, e sofrem a dor da desilusão, da impotência e, hoje, a cada novo dia, constatam que foram enganados.
Amigos, perdoem, do fundo do coração, àqueles que, como nós, os conduziram para a fragorosa derrota.
Pedimos vênia aos que, perseguidos ao longo das ultimas décadas, sob a pecha de "torturadores", têm comido o pão que o diabo amassou.
Por derradeiro, que nos perdoem pela incapacidade e pela impotência em impedir que no futuro bebam o fel do cálice do infortúnio, que, certamente, ainda irão beber.
Infelizmente, diante da derrocada da verdade, diante do cinismo e da incúria que nos cercam , peço desculpas em meu nome e, despudoradamente, e com a honra enlameada, pela minha falta de visão, assumo o "mea - culpa" por não ter lutado o bom combate.
Fomos dos tantos Cadetes, que em 31 de Março de 1964, saímos da AMAN, sob o Comando do General Garrastazu Médici, um visionário como nós, para participar da Contra-Revolução.
Pedimos desculpas aos nossos ouvintes e instruendos pelas inúmeras instruções e palestras proferidas enaltecedoras daquele Movimento, e esclarecedoras, acerca das verdadeiras intenções dos que pretendiam à tomada do poder. Lamentavelmente, buscamos plantar naqueles jovens, o repúdio, a prevenção e o temor contra os que, à época, valiam-se de todas as formas para dominarem os países não-comunistas.
Desculpem os que morreram lutando em prol da democracia. Realmente, em sua lembrança, eventualmente, envergonhados, rezamos, mas apenas rezamos e lamentamos.
Desculpem-nos seus pais e entes queridos, a esposa e os filhos dos que tombaram por uma causa perdida. Ingênuos, acreditaram em nós.
Como consolo, podemos afiançar que nós mesmos, acreditávamos em nós e na nossa MISSÃO.
Mil perdões aos feridos, aleijados e perseguidos.
Perdoem a nossa incapacidade em prover-lhes, ou aos seus familiares, substanciais reparos financeiros.
Perdoem-nos todos aqueles que foram inoculados com a certeza de que a nossa luta era justa. A cruzada parecia ser contra um inimigo sem face, oculto, que se valia do anonimato, da guerrilha implacável, traiçoeira, da pratica de atentados, assaltos e assassinatos, pois hoje, sabemos que lutávamos contra verdadeiros paladinos. Lutávamos contra verdadeiros guerreiros.
Perdoem-nos pela pobreza de espírito, em não imaginar que o terrorista de ontem, seria o herói de hoje.
Que nos perdoem os que não sofreram qualquer ferimento físico, mas que sentem o coração trespassado pela vergonha, pela decepção, e sofrem a dor da desilusão, da impotência e, hoje, a cada novo dia, constatam que foram enganados.
Amigos, perdoem, do fundo do coração, àqueles que, como nós, os conduziram para a fragorosa derrota.
Pedimos vênia aos que, perseguidos ao longo das ultimas décadas, sob a pecha de "torturadores", têm comido o pão que o diabo amassou.
Por derradeiro, que nos perdoem pela incapacidade e pela impotência em impedir que no futuro bebam o fel do cálice do infortúnio, que, certamente, ainda irão beber.
Valmir Fonseca Azevedo Pereira é General-de-Brigada do Exército Brasileiro.Quem nos dera que um em cada 50 brasileiros fossem como este, pudessem enxergar entre linhas
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