Uma escolha simples!

quarta-feira, 24 de abril de 2013

TAVARES-FALATUDO: ACÓRDÃO DO MENSALÃO , minha pizza já está no forno...

TAVARES-FALATUDO: ACÓRDÃO DO MENSALÃO , minha pizza já está no forno...: -         Em  dezembro  de 2012 terminou o julgamento do ESCÂNDALO do  MENSALÃO , entre tapas e beijos dos Ministros do Supremo Tribun...

LÁ VEM MAIS SAFADEZA, É O FUMO ENTRANDO E O BRASILEIRO RINDO!

sábado, 20 de abril de 2013

INFELIZMENTE TENHO QUE DISCORDAR DE ALGUNS AMIGOS QUE DIZEM: POLÍTICO BOM É POLÍTICO PRESO...

HOJE NO BRASIL O BOM MESMO É QUE ESTA COMENDO CAPIM PELA RAIZ.
POLÍTICO FORTE NO BRASIL TEM QUE SEGUIR OS MESMOS PARAMETROS DE SARNEY, GENOINO, PAULO CUNHA, ZÉ DIRCEU, LULA. POR FALAR NO EXU DE NOVE DEDOS, ONDE ANDA SUA QUERIDA PIRANHA? JÁ ASSUMIU ALGUM CARGO IMPORTANTE NO GOVERNO? QUALIDADES JÁ PROVOU QUE TEM, PELO MENOS PARA PARTICIPAR DO GOVERNO DO POVO.  



BRIGA POLÍTICA                                                                                    


Jornal do Commercio
Recife - 13.11.99
Sábado
Coronel reforça acusação a Campos
por ROSÁLIA LIMA
Acusado, pela segunda vez, de favorecimento em contrato de prestação de serviços de vigilância ao Governo do Estado, o empresário Paulo Sérgio Macedo - sócio do grupo liderado pela empresa Nordeste Segurança de Valores e amigo e correligionário do governador Jarbas Vasconcelos (PMDB) - decidiu pronunciar-se "pela última vez", anteontem, em entrevista ao Jornal do Commercio. O argumento de defesa, em si, não é novo. Ele se diz vítima, primeiramente, de "extorsão", e depois, de "vingança", por não ter cedido a uma segunda tentativa de extorsão por parte do deputado federal e ex-secretário da Fazenda Eduardo Campos (PSB). A novidade agora é que o empresário lastreia-se em cópias de documentos e apresenta uma testemunha para o que afirma.
A testemunha é o superintendente de operações da Nordeste Segurança de Valores, o coronel PM da reserva, Antonio Menezes, um dos comandantes da Polícia Militar durante a terceira e última gestão (94/98) do ex-governador Miguel Arraes (PSB), da qual, Campos foi secretário da Fazenda. Antonio Menezes não só confirma ter sido procurado, por telefone, em julho de 98 pelo próprio Campos - teria pedido uma comissão de R$ 3 milhões para favorecer a Nordeste numa futura concorrência, cujo alvo era um contrato estimado em R$ 40,7 milhões/ano -, como apresenta notas fiscais de contas telefônicas comprovando ligações feitas para um número, segundo diz, indicado por Campos. As ligações teriam sido para o coronel Menezes dizer se a Nordeste concordava ou não com a negociata.
O número de telefone citado pelo coronel Menezes - que na segunda administração Arraes (87/90) foi ajudante de ordens do gabinete do governador - é o 969.4710. Trata-se de um celular funcional pertencente à Fundarpe, usado à época pelo deputado federal Eduardo Campos, pelo diretor de patrimônio histórico da fundação, Marcos Loreto, e pelo assessor da Secretaria de Trabalho e Ação Social, Gustavo Belo.
Com a experiência de quem administra uma empresa com 30 anos de mercado, dez filiais (oito Estados nordestinos, mais São Paulo e Rio de Janeiro), 10 mil funcionários, e projeção de faturar R$ 180 milhões este ano), o empresário Paulo Sérgio Macedo admite ter preferido pagar "comissões" a Campos - através de emissários -, entre agosto e novembro 96, ao invés de denunciá-lo.
"A Nordeste tinha um atrasado de mais ou menos R$ 3 milhões a receber. Ele (Campos) mandou Roberto Rego (ex-diretor do Detran no terceiro Governo Arraes) me procurar para dizer que só liberava o atrasado e pagava as parcelas vincendas até o fim de ano, se eu pagasse uma comissão de 20%. A minha rentabilidade nesse contrato não chegava a 10%. Eu tentei negociar porque não poderia pagar para trabalhar. Roberto se comprometeu a ser meu advogado junto a ele e defender que ficasse em 15%, mas ele não concordou. Foi uma negociação que durou uma manhã até cerca das 13h", assegura.
Segundo Macedo, como não houve forma de reduzir o percentual, ele negociou fazer o pagamento em parcelas, na medida que fossem sendo liberados os atrasados. "Mas exigi que os recibos fossem em bônus eleitorais. A única maneira de justificar a extorsão era exigir os recibos em bônus, já que estava no período eleitoral", conta, exibindo cópias de bônus, recibos e notas fiscais de terceiros, no total de R$ 609.163,00, equivalentes a 20.05% dos R$ 3.038.878,61 que a Nordeste tinha a receber por serviços prestados à Compesa, Fundarpe, Secretaria de Educação e Bandepe.
Apesar de detalhar como concordou em ser extorquido em 96, o empresário afirma ter-se recusado a pagar uma nova "comissão", em 98. A concorrência em questão era a de nº 04/98, para a realização de serviços de vigilância das 1.170 escolas estaduais, num contrato anual estimado em R$ 40,7 milhões. Para "vencer" a licitação, segundo Macedo, a Nordeste deveria pagar uma comissão de R$ 3 milhões a Eduardo Campos.
"Eu não poderia compactuar com essa fraude que ele (Campos) quis montar contra o Estado. E não só não concordei, como impedi que outros pagassem essa extorsão. Entrei na Justiça todas as vezes que ele tentou fazer a concorrência. A raiva dele é essa. Depois disso, a Nordeste deixou de receber pelo serviço que vinha prestando. Foi uma vingança", completa Paulo Sérgio Macedo.
 
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BRIGA POLÍTICA II
"Minha intenção no caso é apenas narrar os fatos"
Para poupar-se de possíveis interpretações de que teria interesse pessoal no caso, o coronel Antonio Menezes quis deixar clara sua intenção de "não acusar ninguém, apenas narrar os fatos", sobretudo, porque "ainda tenho uma grande amizade por ele (Campos) porque conheci o seu pai - Maximiano Campos -, que considerava como um irmão. Só não sei se depois disso ainda terei". Esta é a razão pela qual o coronel supõe ter sido procurado pelo próprio deputado, na manhã de 29 de julho de 98, para ser porta-voz da proposta à Nordeste.
De acordo com Menezes, no telefonema Campos lhe dissera o seguinte: "Amanhã vai estourar uma bomba atômica". Quando procurou saber o que era, ouviu que seria uma licitação para contratação de vigilância para todas as escolas estaduais, que deveria envolver algo em torno de quatro mil homens, contingente equivalente a pouco mais de um terço de todo o efetivo da Polícia Militar.
Conforme a narrativa do coronel Menezes, Campos teria dito estar indo, naquele momento, "para uma reunião num hotel, com um grupo de fora também interessado na licitação. Ele não disse qual era o hotel nem quem era o grupo de fora". Portanto, "se a Nordeste tivesse interesse, a contribuição seria de 3 quilômetros e nem um metro a menos". O coronel diz ter argumentado não entender a proposta se, cerca de R$ 3 milhões era o que a Nordeste teria a receber da Secretaria de Educação até o final do ano. "Perguntei: E a gente tem como ganhar? E ele me disse: `Isso é comigo'. Mas, como sou superintendente de operações, informei que iria levar o caso à diretoria da empresa, e assim o fiz".
Naquele mesmo dia, o coronel lembra ter levado o assunto ao conhecimento do diretor jurídico, Marcos Paiva, e, posteriormente, ao diretor Paulo Sérgio Macedo, e ambos desautorizaram qualquer negociação com o socialista. Como precisou viajar à filial da Nordeste em Salvador, o coronel afirma ter dado esta informação a Campos. "Por isso, ele me deu o número do celular 969.4710 para eu ligar da Bahia, dizendo se a empresa tinha concordado".
A primeira chamada foi feita de um celular (à época, de propriedade de Menezes, hoje pertencente ao seu filho, cujo número pede para não ser publicado), conforme registra a fatura. Campos, porém, alegou não poder falar naquele momento porque "estava embarcando para Afogados da Ingazeira com o governador" Miguel Arraes, que estava em pré-campanha pela reeleição. Depois, diz ter recebido um telefonema de Campos, pedindo para que a próxima chamada fosse feita de um aparelho convencional.
No dia 30 de julho, o telefone usado pelo coronel foi o 384.7792 (da sede da empresa Nordeste em Salvador, também registrada na fatura), "na presença do coronel Praxedes, que é superintendente de operações de lá", revela Menezes. Segundo ele, quem atendeu o celular em Afogados e o passou para Campos foi o então diretor de abastecimento da Ceagepe, Romero Pontual. "Nessa oportunidade, disse a ele (Campos) que não haveria acordo e minha participação se encerrou ai".
O coronel Antonio Menezes, no entanto, admite a possibilidade de o deputado Eduardo Campos negar tal envolvimento. "Seria natural, isso não me espantaria. Mas ele sabe que ligou para mim e eu tenho testemunhas", acrescenta, dizendo não estar, por enquanto, autorizado a revelar este segundo nome.

SERÁ QUE O LINDINHO  AGIU ASSIM, SE ASSIM FOI,QUANTO NÃO ESTA INDO NOS CONTRATOS DA ARENA, DAS OBRAS D VIABILIDADE, E AGORA NA SECA? pqp! EU QUERIA APENAS 0,001%   

 

sábado, 13 de abril de 2013

NÃO SE DEVE FAZER PUBLICIDADE DO QUE NÃO PRESTA, NESTE CASO VALE A PENA

VALE A PENA POR ABRIR A POSSIBILIDADE DE PERDÃO A ALGUMAS PALAVRAS CHULAS ALGUMA VEZ POSTADA NESTE BLOG, SE TAIS PALAVRAS E COMPARAÇÕES SÃO FEITAS LÁ, DENTRO DA CASA QUE REPRESENTA TODO O POVO BRASILEIRO, QUE PECADO COMETE O AUTOR DO BLOG A USAR ALGUMAS EXPRESSÕES, COMO A AUTORA DO BLOG "A CASA DA MÃE JOANA" QUANDO SE REFERE AO CONGRESSO COMO "PUTEIRO NACIONAL" OU AO ATOR DESTE E DE OUTROS BLOGS QUANDO SE REFERE AS CASAS LEGISLATIVAS COMO CÂMARAS E ASSEMBLÉIAS COMO: CAMA (ONDE OS HOMENS E MULHERES QUE SÃO PAGOS PARA REPRESENTAR O POVO APARECEM VEZ PERDIDA, E GANHAM NUMA HORA O QUE UM CIDADÃO HONRADO NÃO GANHA NUM MÊS), OU ZONA, BORDEL, CASAS DE LUZES VERMELHAS E OUTRAS QUALIFICAÇÕES DADAS AS CASAS DOS BAIXOS MERETRICIOS.
SE ALGUMA VEZ O AUTOR DESSE BLOG ERROU AO FAZER TAIS COMPARAÇÕES, HOJE ESTA PERDOADO, NÃO SÃO MAIS COMPARAÇÕES, SÃO RÓTULOS CONFIRMADOS NA MAIS ALTA CASA DA REPÚBLICA.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

MATÉRIA RETIRADA DO BLOG:

A CASA DA MÃE JOANA.

"Ninguém quer atrapalhar a Suruba..." disse um parlamentar

NOTA EXPLICATIVA DO AUTOR DESTE BLOG, EVITANDO ASSIM QUE ALGUMAS PESSOAS NÃO ENTENDAM O CERNE DA PALAVRA: SURUBA, AQUELAS MARACUTAIAS FEITAS ENTRE PARTIDOS E POLÍTICOS PARA BURLAR AS LEIS ELEITORAIS E TRAVESTIR PARTIDOS SAFADOS. POR ESTA E OUTRAS É QUE VEZ POR OUTRA AFIRMO: NO BRASIL NÃO EXISTEM PARTIDOS, EXISTEM AJUNTAMENTOS, COITOS ONDE SE REUNEM PESSOAS COM GRANDE CAPACIDADE ORATÓRIA E MARAVILHOSA (até em excesso) CAPACIDADE DE LUDIBRIAR, ENGANAR, MENTIR, FALSEAR, REALIDADES EM BENEFÍCIO PRÓPRIO. UM DIA, SE ALGUM DIA FOI, A ARTE DA POLÍTICA ENALTECIA.
O Congresso é essa indecência que aí está:
não seja tão bobo e jamais respeite um parlamentar,
seja ele quem for.
e comparam Congresso a um ‘bordel’
- escrito por Josias de Souza -

Sem nenhum alerta especial à audiência, a TV Câmara transmitiu na noite passada uma programação imprópria para menores. E para maiores também.
Os deputados discutiam um projeto que dificulta o nascimento de novos partidos. Empurrada pela mão invisível do Planalto, a proposta escalou a pauta de votações de sopetão. Seguiu-se um embate pornográfico.
Líder do PR, Anthony Garotinho escalou a tribuna para defender a proposta. A gravidade das declarações não ornava com a tranquilidade do orador. Há um “leilão” de mandatos parlamentares na Câmara, acusou Garotinho. “A primeira vítima foi o DEM. Quem serão as próximas vítimas? Precisamos coibir o aliciamento de deputados.”
O líder do PPS, Roberto Freire (PE), correu para o microfone de apartes. “A denúncia é grave. Exatamente por denúncias desse tipo, o Brasil viveu o processo por compra de deputados que está próximo do final, com a previsão de cadeia para figuras importantes da República dos tempos de L---. Essa Casa não aguenta outro mensalão.”
Ex-presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ) ecoou Garotinho. “Meu partido foi estuprado”, disse, referindo-se ao rombo aberto com a debandada rumo ao PSD do ex-prefeito paulistano Gilberto Kassab. Primeiro, Kassab levou os quadros do DEM. Depois, por decisão do TSE, corroborada pelo STF, levou um pedaço do cofre (fundo partidário) e outro da vitrine (tempo de tevê).
Sem travas na língua, Silvio Costa (PTB-PE) abriu sua intervenção com um aviso: “Eu não sou como Garotinho, que fala oração sem sujeito.” O plenário pôs-se em alerta. “Se tem uma CPI que eu assinaria com o maior prazer, seria a CPI do fundo partidário. Mas sei que jamais vou conseguir.” A frase requer tradução. CPI: escândalo na área. Fundo partidário: verba pública. “Jamais vou conseguir”: ninguém quer atrapalhar a suruba com investigação.
Dono de estilo teatral, Silvio Costa olha para a câmera: “O senhor e a senhora que nos assistem, prestem atenção. O Tesouro gasta R$ 350 milhões por ano com o fundo partidário.” É desse fundo que vem o dinheiro para o custeio dos partidos – do aluguel de prédios à folha de salários. Didático, Silvio prossegue: “Existem pequenos partidos que não têm aqui nenhum deputado. Mas recebem R$ 3 milhões de fundo partidário.”
Abra-se um parêntese para explicar: uma pequena parcela do fundo (5%) é rateada entre os partidos de forma igualitária. Os restantes 95% são divididos conforme o número de deputados federais eleitos na última eleição. Quanto maior a bancada, mais gorda a coleta.
No caso do PSD, a Justiça decidiu que os deputados que migraram para a legenda tinham o direito de carregar os votos obtidos em 2010. Junto com esses votos, levaram o equivalente em dinheiro do fundo e do tempo de tevê. Ficou entendido que cada deputado traz na testa um código de barras com o valor do seu passe. Fecha parênteses.
Atento ao discurso de Silvio Costa, Garotinho cobrava uma oração com sujeito. “Os nomes, os nomes”, dizia. E o orador: “Ontem, tinha um dono de novo partido aqui. Ele dizia o seguinte: ‘Já consegui 700 mil assinaturas (a lei exige cerca de 500 mil rubricas para criação de uma legenda). Vou dar entrada [no TSE] na próxima semana. Se eu botar 20 a 30 deputados no partido, vou ter R$ 4 milhões de fundo partidário por ano’.” E Silvio: “Isso virou uma indústria.” Garotinho insistia: “Os nomes…”
Silvio Costa seguiu adiante: “O projeto que estamos discutindo aqui não proíbe ninguém de criar partido. Mas não vai levar nem o tempo de televisão nem o fundo partidário. O que eu vi ontem aqui me deu vergonha. Dois meninotes, cara de maloque, vão botar 20 a 30 deputados no partido. Isso é pilantragem”.
Como Garotinho insistisse em cobrar “os nomes”, Silvio Costa decidiu atendê-lo parcialmente: “Vou dizer os nomes”. Um frisson correu o plenário. A mesa ameaçou cortar o som do microfone. “Vou dizer. E quem quiser que me processe”. Nesse-diz-não-diz o deputado terminou dizendo apenas uma sigla: “É POS, Partido da Ordem Social.”
Ao observar o rumo da prosa, Espiridião Amin (PP-SC) mandou buscar um livro na biblioteca da Câmara. “Os Credores do Mundo”, eis o nome da obra. Amin leu frase atribuída a um assessor econômico de John Kennedy, crítico do modo como os EUA exigiam de nações subdesenvolvidas o cumprimento das regras do FMI.
Amin deu voz ao ex-auxiliar de Kennedy: “Ao pregar ortodoxia fiscal, nós, dos EUA, ficamos mais ou menos na situação da prostituta que, tendo se aposentado com o dinheiro que ganhou, acha que a virtude pública exige o fechamento da zona. ” Amin concluiu, agora com suas próprias palavras: “Nós, com a votação desse texto que prega a ortodoxia eleitoral— estaremos fechando o mercado. Ou a Zona. Por isso, recomendo à minha bancada o voto ‘sim’.”
Roberto Freire abespinhou-se. Referindo-se ao PSD, partido criado por Kassab sob estímulos do Planalto, o líder do PPS foi à jugular: “Quando o Bordel era para as prostitutas do governo, ficou aberto. Agora, o Espiridião quer dar uma de moralista. Como a Dilma e o Lula têm medo do que pode acontecer do ponto de vista politico, fechemos o bordel. Não concordo com essa terminologia. Essa Casa não é bordel. É um poder e merece respeito.”NÃO SEI A QUE RESPEITO ELE SE REFERIU, DEPOIS DESSES COMENTÁRIOS CHINFRINS FEITOS POR ELES MESMOS !!!
Presidente do PPS, Freire comandará neste final de semana um encontro nacional de sua legenda. Estava entendido que o PPS firmaria com o nanico PMN um acordo que resultaria na fusão das duas legendas. O nome seria trocado. E haveria na praça um novo partido, apto a receber políticos de outras agremiações sem o risco de perda dos mandatos.
Como o PPS prepara-se para enganchar o seu futuro à candidatura presidencial do emergente Eduardo Campos, estima-se que o cheiro de “novo” teria potencial para seduzir algo como duas ou três dezenas de parlamentares –com suas respectivas cotas de fundo partidário e de propaganda televisiva. O planalto decidiu levar o pé à porta.
Além do PPS, a manobra do governo inibe a formação da Rede, a nova legenda que Marina Silva tenta fundar. Envolvidos no projeto, os deputados Walter Feldeman, momentaneamente no PSDB, e Alfredo Sirkis, que faz as malas no PV, queixaram-se da “casuística” troca de regras no meio do jogo.
Falando em nome do PSOL, Chico Alencar resumiu a encrenca no idioma dos puteiros. “É evidente que aqui, para continuar nessa linguagem não muito feliz do borded e da zona, o que vai se estabelecer é o seguinte: quem comeu comeu, quem nao comeu não come mais.”
Foi a voto um pedido de urgência para a tramitação do projeto. A “urgência”é essencial para que o texto possa furar a fila dos demais projetos. Para que o requerimento passasse, eram necessários pelo menos 257. Eis o placar: 247 a favor, 20 contra e 9 abstenções.
Faltaram dez votos para que os empata-partidos prevalecessem. O projeto voltará à pauta na semana que vem. Para desassossego de Marina Silva e dos potenciais aliados de Eduardo Campos, não são negligenciáveis as chances de aprovação. Agora pelo menos a platéia já está avisada de que precisa tirar as crianças da sala.
Parlamentares confirmaram:
esse congresso é um puteiro nacional.
EM CADEIA NACIONAL EM ALTO E BOM SOM!
BONITO É LIGAR A TV NO ACONCHEGO DO SEU LAR E TER QUE ESCUTAR ALICIADOS E ALIADORES SE DIZENDO HONRADOS.
O QUE MAIS ME DEIXA "SURUBADO" É OUVIR A EXPRESSÃO:
VOTEM EM MIM, FICAREI HONRADO EM REPRESENTÁ-LOS, ENTÃO!!!
RESUMINDO: VOTAREMOS, ELEGEREMOS SURUBEIROS QUE RECEBERÃO MILHÕES DE REAIS PELA HONRA DE NOS REPRESENTAR E RECEBEREMOS EM CONTRAPARTIDA, PROGRAMA AO VIVO UMA NOVA NOVELA (que nem da grobo é):
"LÍNGUA SUJA, ÉTICA, ZERO, A ALMA DA REPÚBLICA"
NOTA: TUDO QUE ESTA ESCRITO EM AZUL É DE RESPONSABILIDADE DO AUTOR DESTE BLOG - COM A PALAVRA OS DEFENSORES DOS FREQUENTADORES DA ZONA E DO BORDEL OU MELHOR: DO PUTEIRO NACIONAL.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

DENUNCIADO INCLUSIVE EM CPI, O ROUBO COMEÇA A APARECER NA FRENTE DAS LUZES, O BRASIL ESTA REPLETO DE TAIDORES


ALMG: Audiência Pública vai debater relação CBMM/CODEMIG

- NIÓBIO
 
 

Deputado Rogério Correia pede audiência pública para debater a renovação sem licitação, por 30 anos, do contrato para exploração do Nióbio pela CBMM

A Comissão de Minas e Energia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais deverá, em sua primeira reunião deste ano, decidir sobre o pedido de audiência pública, formulado pelo deputado Rogério Correia (PT), para debater a prorrogação, sem licitação pela CODEMIG, por mais 30 anos, do contrato de arrendamento com a CBMM para exploração da mais valiosa lavra mineral do País e a mais estratégica do planeta.

A renovação ocorreu em 2003 logo após a posse do então governador, hoje senador Aécio Neves. Para se ter ideia do que significou, em matéria de ganho, a renovação para Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), que tem como atividade exclusiva a exploração da mina de Nióbio de Araxá, sem a mina, cessa sua atividade.

Depois da renovação, a empresa vendeu 15% de suas ações por 2 bilhões de dólares, ou seja, levando em conta apenas o valor de suas ações, a empresa valeria hoje 28 bilhões de dólares , valor superior ao que o Estado de Minas Gerais arrecada através de todos os impostos e taxas em um ano.

Esta operação já havia causado desconfiança principalmente nas forças nacionalistas que acompanhavam de perto a movimentação, porque meses depois a CBMM venderia 15% de seu capital a um fundo Coreano, que representa investidores não identificáveis.

“A CBMM tem o capital dividido entre o "Grupo Moreira Sales" e a "Molybdenium Corporation - Molycorp", subsidiária da "Union Oil", por seu turno, empresa do grupo "Occidental Petroleum - Oxxi", muito embora seja fácil deduzir a prevalência do grupo alienígena, pelo histórico do banqueiro Walther Moreira Sales, tradicional "homem de palha" de capitalistas estrangeiros, inclusive de Nelson Aldridge Rockefeller, que tanto se intrometeu na política do Brasil”, afirmou à reportagem do Novojornal o Contra-Almirante Reformado Roberto Gama e Silva.

Acrescentando: “Circula por aí versão segundo a qual só as jazidas de nióbio dos "Seis Lagos" valem em torno de 1 trilhão de dólares. Necessário esclarecer que por sua localização e facilidade de exploração a jazida de Araxá vale muito mais que a “Seis Lagos”.

O Ministério Público mineiro já investigava a renovação sem licitação do arrendamento celebrado pela CODEMIG, porém, fatos recentes noticiados por Novojornal, através da matéria “CBMM vende à estatal japonesa poder de veto sobre o Nióbio”, comprovam também a prática de crime contra a soberania nacional. Trata-se da venda de mais 15% das ações da CBMM, dando poder de veto a uma empresa estatal japonesa.

Novojornal noticiou ainda que tais vendas ocorreram em função do quadro beligerante entre Aécio Neves e Oswaldo Borges da Costa, presidente da CODEMIG, dando início à divisão do que avaliam ser uma fortuna incalculável conseguida e a conseguir através da diferença entre a venda subfaturada e o valor real no exterior do Nióbo.

O Nióbio, riqueza que poderia significar a redenção da economia mineira e nacional, foi entregue, através de operação bilionária e ilegal, a empresa estatal japonesa, Japan Oil, Gas and Metals National Corporation, em parceria com um fundo de investimento que representa os interesses da China.

Este é o final de um ruidoso conflito instalado no centro do Poder de Minas Gerais que vem sendo, nos últimos dois anos, de maneira omissa e silenciosa, testemunhado pelo governador Antônio Anastásia.

Desde 2003 o então governador e atual senador Aécio Neves entregou a condução das principais decisões e atividades econômicas do Estado de Minas a Oswaldo Borges da Costa, que assumiu a função estratégica de presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (CODEMIG), criando um governo paralelo.

Por trás deste cenário artificial operou um esquema de corrupção, que contou com a cumplicidade até mesmo da Procuradoria Geral de Justiça, que impedia a atuação do Ministério Público Estadual, à imprensa mineira jamais foi permitido tocar neste assunto.

Na audiência pública está previsto o comparecimento dos maiores especialistas do setor principalmente os ligados as Forças Armadas que veem promovendo gestões para federalizar, a exemplo da Petrobras, a exploração de Nióbio. Relatórios confidenciais da Abim e da área de inteligência do Exército demonstram como operou o esquema criminoso de subfaturamento montado pela CODEMIG/ CBMM, através da Cia de Pirocloro de Araxá.

A assessoria de imprensa da CBMM, da CODEMIG, do senador Aécio Neves e do Governo de Minas Gerais foram procuradas e não quiseram comentar o assunto

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

É MUITO FÁCIL DIZER: AMO MINHA PÁTRIA! DIFÍCIL E PROVAR O QUE DIZ


A TRÊS PASSOS DA GUERRA CIVIL

Cel. Gelio Fregapani



Os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina.


Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas indígenas em uma gigantesca, e declarar sua independência. Isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.


Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola. Talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial.


O MST se desloca como um exército de ocupação. As invasões do MST são toleradas, e a lei não aplicada. Os produtores rurais, desesperançados de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja: a convulsão social. Este conflito parece inevitável.


O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos.


Pela primeira vez em muito tempo, está havendo alguma discussão sobre a segurança nacional. Isto é bom, mas sem identificarmos corretamente as ameaças, não há como nos preparar para enfrentá-las.

A crise econômica e a escassez de recursos naturais poderão conduzir as grandes potências a tomá-los a manu militari, mas ainda mais provável e até mais perigosa pode ser a ameaça de convulsão interna provocada por três componentes básicos:


— a divisão do povo brasileiro em etnias hostis;


— os conflitos potenciais entre produtores agrícolas e os movimentos dito sociais;


— e as irreconciliáveis divergências entre ambientalistas e desenvolvimentistas.


Em certos momentos chega a ser evidente a demolição das estruturas políticas, sociais, psicológicas e religiosas, da nossa Pátria, construídas ao largo de cinco séculos de civilização cristã. Depois, sem tanto alvoroço, prossegue uma fase de consolidação antes de nova investida.


Isto ainda pode mudar, mas infelizmente os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina. Em havendo, nossa desunião nos prostrará inermes, sem forças para nos opormos eficazmente às pretensões estrangeiras.


A ameaça de conflitos étnicos, a mais perigosa pelo caráter separatista.


A multiplicação das reservas indígenas, exatamente sobre as maiores jazidas minerais, usa o pretexto de conservar uma cultura neolítica (que nem existe mais), mas visa mesmo a criação de “uma grande nação” indígena. Agora mesmo assistimos, sobre as brasas ainda fumegantes da Raposa-serra do Sol, o anúncio da criação da reserva Anaro, que unirá a Raposa/São Marcos à Ianomâmi. Posteriormente a Marabitanas unirá a Ianomâmi à Balaio/Cabeça do Cachorro, englobando toda a fronteira Norte da Amazônia Ocidental e suas riquíssimas serras prenhes das mais preciosas jazidas.



Na Amazônia Legal (2009), estão representadas em laranja as terras indígenas. Em 2005, reconhecidas e demarcadas pela Funai, já abrangiam 12,41% do total do território brasileiro; outras 123 terras ainda estavam em processo de identificação e demarcação.


O problema é mais profundo do que parece; não é apenas a ambição estrangeira. Está também em curso um projeto de porte continental sonhado pela utopia neomissionária tribalista. O trabalho de demolição dos atuais Estado-nações visa a construção, em seu lugar, da Nuestra América, ou Abya Yala, idealizado provavelmente pelos grandes grupos financistas com sede em Londres, que não se acanha de utilizar quer os sentimentos religiosos quer a sede de justiça social das massas para conservar e ampliar seus domínios. 


O CIMI, organismo subordinado à CNBB, não cuida da evangelização dos povos indígenas segundo o espírito de Nóbrega, Anchieta e outros construtores de nossa nação. Como adeptos da Teologia da Libertação, estão em consonância com seus colegas que atuam no continente, todos empenhados na fermentação revolucionária do projeto comuno-missionário Abya Yala.


O processo não se restringe ao nosso País, mas além das ações do CIMI, a atuação estrangeira está clara:


— Identificação das jazidas: já feito;


— atração dos silvícolas e criação das reservas sobre as jazidas: já feito;


— conseguir a demarcação e homologação: já feito na maior parte;


— colocar na nossa Constituição que tratados e convenções internacionais assinados e homologados pelo congresso teriam força constitucional, portanto acima das leis comuns: já feito;

— assinatura pelo Itamarati de convenção que virtualmente dá autonomia à comunidades indígenas: já feito.


Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas em uma gigantesca e declarar a independência, e isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.


O perigo não é o único, mas é bastante real. Pode, por si só, criar ocasião propícia ao desencadeamento de intervenções militares pelas potências carentes dos recursos naturais — petróleo e minérios, quando o Brasil reagir.


Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola.



Futura distribuição dos territórios quilombolas.


A UnB foi contratada pelo Governo para fazer o mapa dos quilombolas. Por milagre, em todos os lugares, apareceram “quilombolas”. No Espírito Santo cidades inteiras, ameaçadas de despejo. Da mesma forma em Pernambuco. A fronteira no Pará virou um quilombo inteiro.


Qual o processo? Apareceram uns barbudos de piercings no nariz, perguntando aos afro-descendentes: "O senhor mora aqui?" "Moro." "Desde 1988?" (o quilombola que residisse no dia da promulgação da Constituição teria direito à escritura). "Sim". "Quem morava aqui?" “Meu avô." "Seu avô por acaso pescava e caçava por aqui?" "Sim” “Até onde?" "Ah, ele ia lá na cabeceira do rio, lá naquela montanha." "Tudo é seu." E escrituras centenárias perdem o valor baseado num direito que não existe. Não tenho certeza de que isto não seja proposital para criar conflitos.


Tem gente se armando, tem gente se preparando para uma guerra. Temos de abrir o olho também para esse processo, que conduz ao ódio racial. Normalmente esquerdistas, talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial.


Certamente isto vai gerar conflitos, mas até agora o movimento quilombola não deu sinal de separatismo.

Os Conflitos Rurais — talvez os primeiros a eclodir.


Lula e o MST: contemporização e apoio.


O MST se desloca como um exército de ocupação, mobilizando uma grande massa de miseráveis (com muitos oportunistas), dirigidos por uma liderança em parte clandestina. As invasões do MST são toleradas e a lei não aplicada. Mesmo ciente da pretensão do MST de criar uma “zona livre”, uma “república do MST” na região do Pontal do Paranapanema, o Governo só contemporiza; finge não perceber que o MST não quer receber terras, quer invadi-las e tende a realizar ações cada vez mais audaciosas.


É claro que os produtores rurais, desesperançados de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja; a convulsão social, contando, talvez, com o apoio de setores governamentais como o Ministério do Desenvolvimento Agrário. Segundo Pedro Stédile: “O interior do Brasil pode transformar-se em uma Colômbia. A situação sairá de controle, haverá convulsões sociais e a sociedade se desintegrará.”


Este conflito parece inevitável. Provavelmente ocorrerá num próximo governo, mas se ficar evidente a derrota do PT antes das eleições, é provável que o MST desencadeie suas operações antes mesmo da nova posse.


O ambientalismo distorcido, principal pretexto para uma futura intervenção estrangeira.


Já é consenso que o ambientalismo está sendo usado para impedir o progresso, mesmo matando os empregos Caso se imponham os esquemas delirantes dos ambientalistas dentro do governo, com as restrições de uso da terra para produção de alimentos, um terço do território do País ficará interditado a atividades econômicas modernas.


Há reações, dos ruralistas no interior do País, nas elites produtivas e até mesmo em setores do governo, mas as pressões estrangeiras tendem a se intensificar. Se bem que raramente o meio ambiente serviu de motivo para guerra, hoje claramente está sendo pretexto para futuras intervenções, naturalmente encobrindo o verdadeiro motivo, a disputa pelos escassos recursos naturais.

No momento em que a fome ronda o mundo, o movimento ambientalista, a serviço do estrangeiro, mas com respaldo do governo e com apoio de uma massa urbana iludida, chama de “terra devastada” àqueles quadrados verdejantes de área cultivada, que apreciamos ver na Europa e nos Estados Unidos, e impede a construção de hidrelétricas para salvar os bagres. Com a entrada da Marina Silva na disputa eleitoral, nota-se, lamentavelmente, que todos os candidatos passarão a defender o ambientalismo, sem pensar se é útil para o País.


A três passos da guerra civil


O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos.


Várias fontes de conflito estão para estourar, dependendo da radicalização das más medidas, particularmente do Ministério da Justiça:


— Roraima não está totalmente pacificada;


— o Mato Grosso do Sul anuncia revolta em função da decisão da Funai em criar lá novas reservas indígenas;

— no Rio Grande, os produtores rurais pretendem reagir às provocações do MST;


— Santa Catarina ameaça usar a PM para conter a fúria ambientalista do ministro Minc, que queria destruir toda a plantação de maçã.


Uma vez iniciado um conflito, tudo indica que se expandirá como um rastilho de pólvora. Este quadro, preocupante já por si, fica agravado pela quase certeza de que, na atual conjuntura da crise mundial o nosso País sofrerá pressões para ceder suas riquezas naturais — petróleo, minérios e até terras cultiváveis — e estando dividido sabemos o que acontecerá, mais ainda quando uma das facções se coloca ao lado dos adversários como já demonstrou o MST no caso de Itaipu.


Bem, ainda temos Forças Armadas, mas segundo as últimas notícias, o Exército (que é o mais importante na defesa interna) terá seu efetivo reduzido. Será proposital?


Que Deus guarde a todos vocês.

 


 

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O ser humano não inventa, não cria e nem inova, ele apenas aperfeiçoa.

Cláudio Eugênio


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“Por isso, América: se queres a paz, trabalha pela justiça. Se queres a justiça, defende a vida. Se queres a vida, abraça a verdade, a verdade revelada por Deus.” - Papa João Paulo II




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 Paixão pelo Brasil!

sábado, 19 de janeiro de 2013

RECEBI DE UMA AMIGA, COMO CONCORDO, POSTO

COM UMA PEQUENA MODIFICAÇÃO:
Eu também concordo

portanto ...
· Já que colocam fotos de gente morta nos maços de cigarros, por que não colocar também:
· de gente obesa em pacotes de batata frita,
· de animais torturados nos cosméticos,
· de acidentes de trânsito nas garrafas e latas de bebidas alcoólicas,
· de gente sem tecto nas contas de água e luz, e
· de políticos corruptos nas guias de pagamento de impostos
 
FANTÁSTICA IDEIA !!!
 
E DE JUIZES, DESEMBARGADORES, PROMOTORES, MINISTROS DO SUPREMO QUE DEFENDAM LADRÕES E MENSALEIROS NOS ROLOS DE PAPEL HIGIÊNICO, DE LUXO. NOS PAPEIS "LIXA" AS CARAS DO COMANDANTES MILITARES TRAIDORES DA PÁTRIA. 
AFINAL, M... É M... SENDO MINISTRO OU NÃO
 
A VINGANÇA  !!!