Uma escolha simples!

sexta-feira, 29 de maio de 2015

"JUNTOS AGUENTAMOS MUITO MAIS FUMO!"



"JUNTOS FAZEMOS MAIS", juntos aguentamos mais "fumo"!
O Consórcio Rota dos Coqueiros foi autorizado pela ARPE, nossa maravilhosa agencia reguladora aumentar o valor do pedágio para trafego na Ponte e via parque num total de 6,50 Km. Agora para poder chegar a Itapuama via Rota dos Coqueiros o pernambucano pagará R$ 7,60 . "JUSTO" afinal estamos juntos e temos que enriquecer as empresas consorciadas, para Pernambuco continuar crescendo.

Só tem uma coisinha que me deixa em dúvida: Para atravessar a Ponte Rio/Niterói uma extensão de 13.290 Km que se pagava R$ 5,20 agora em junho será reajustado também; passará de R$5,20 para R$ 3,70. Por isso "Juntos sempre faremos mais".
Pelo amor de Deus. um gênio que possa explicar isso!

Foto Pedágio Paiva - JC

sábado, 25 de abril de 2015

sexta-feira, 6 de março de 2015

Daniel Corrêa: Uso a mesma frase que Leopoldo López que ainda se ...

Daniel Corrêa: Uso a mesma frase que Leopoldo López que ainda se ...: Depois do pronunciamento da Presidente Dilma Rousseff que será no dia 8 de março,aproveitando que será o dia das Mulheres,será dada a deixa ...


quinta-feira, 5 de março de 2015

Gladiadores do Altar

Um perigo iminente.

 Prepara-te! Breve voltaremos a matar em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo! 

Gladiadores do Altar  

"O exército" de Edir Macedo 


contra Cruzados.




 Os defensores da Cruz,


 contra os defensores das banheiras de ouro".





 Banheira onde Edir diz falar com Deus!


Um novo Islã, hoje já 4.500 jovens são Gladiadores do Altar a IURD diz que farão serviços sociais.

ALERTA! INTOLERÂNCIA É ENSINADA 

 

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

A NOSSA ÁGUIA REVIRA-SE NO TÚMULO! Com certeza Haia chora por ela. E muitos brasileiros choram tua vergonha Rui Barbosa


Há 100 anos ocorria a Segunda Conferência da Paz, na qual Rui Barbosa foi um incansável defensor da igualdade de soberania entre as nações


Uma terra de ninguém ....um quintal sem porteira!
A
FALÊNCIA DO ITAMARATY
Por Francisco Vianna, em 26 Jan 2015
Desde o trágico advento de Celso Amorim como Ministro das Relações Exteriores, em 2010, o Itamaraty passou a sofrer uma insuficiência múltipla de órgãos que culminou agora com a falência múltipla dos mesmos. O Itamaraty está morto.

O atestado de óbito da instituição – que já foi deveras prestigiosa no cenário diplomático mundial – foi exarado em Haia, na Holanda, onde o Tribunal Pe­nal Internacio­nal (TPI) sentenciou que o Brasil perdeu o seu direito a voto na Corte Internacional que julga pessoas e organizações que cometem crimes contra a humanidade.
Se antes havia uma doença degenerativa no Itamaraty causada por atitudes calcadas na ideologia tupiniquim do "sucialismo"*, agora a falta de oxigênio decretou a sua falência múltipla de órgãos, pelo atraso exagerado dos pagamentos devidos por Brasília de suas contribuições a organismos multilaterais. O PT, completa assim, pelo desgoverno Dilma Roussef, um ciclo de desmonte daquilo que havia de melhor no serviço público brasileiro, causando um vexame internacional que reflete muito bem a triste situação a que foi relegada a diplomacia brasileira.
A dívida do Brasil com o TPI é de mais de US$ 6 milhões, o que não parece ser muita coisa tendo em vista, entre outros exemplos, o montante que foi para Cuba para construir o Porto de Mariel, que agora será, ao que parece, administrado pelos americanos e que chegou a US$500 milhões.
A decisão do TPI é vista por alguns como uma punição ao país, mas, na verdade, trata-se apenas do cumprimento de cláusulas e condições contratuais assinadas e ratificada por Brasília em 2002. Nessas cláusulas, sobressai a que diz que "um país não pode votar no tribunal caso o total de suas contribuições devidas em atraso vier a se igualar ou exceder a soma das contribuições
corres­pondentes a dois anos anterio­res completos por ele devi­dos", ou seja, desde pelo menos 2012 que o Brasil acumula dívidas com uma das entidades internacionais da mais alta envergadura e importância jurídica, numa atitude que revela um misto de incompetência e estupidez.

Ora, o TPI, que faz parte da ONU mas tem o seu funcionamento completamente independente da direção da entidade mundial e é administrados por autoridades criminais dos principais países do planeta, tendo sido criado em 1998 pelo chamado "Estatuto de Roma", foi ratificado pelo governo
brasileiro quatro anos depois, quando passou a vigorar.
Como o seu objetivo é o de jul­gar acusados de crimes contra a humanidade, mesmo que não tenham voto em suas sessões, todos os países "se dizem amantes da paz e respeitado­res dos direitos humanos" – como o Brasildo PT vive dizendo que é – teriam, antes de mais nada, prestar um claro apoio a esta instituição internacional de justiça. Mas, infelizmente, fica cada vez mais claro no
cenário internacional e agora também perante a opinião pública nacional, que os compromissos internacionais do Brasil estão sendo jogados na interminável lista de contas a pagar do governo de Brasília.

Diante do enorme rombo das contas públicas causado pelo primeiro mandato de Dilma Roussef, desde a "herança maldita" da avalanche de contas a pagar deixados pelo antecessor, o molusco eneadáctilo, a presidente afinal vem com a desculpa "irretocável" de que não há dinheiro para ser gasto com essas coisas e, de modo irresponsável, vira as costas para o mundo da diplomacia,
ao qual ela nutre conhecido desprezo.
Então, os cortes orçamentários do Itamaraty tornaram o Brasil num dos maiores inadimplentes perante a ONU, deixando de pagar até dezembro último, cerca de USS 170 milhões, que a ONU contava receber para completar o seu orçamento. Isso sem falar nos US$ 14 milhões que o país
deve a UNESCO, além dos US$ 87,3 milhões que a ONU esperava que Brasília enviasse às operações militares de paz.

Com tamanho calote, o tão alegado "multilateralismo" do governo petista – diante do unilateralismo das grandes potências – não passa de embromação sem o menor valor. E, ainda, a situação
parece sepultar de vez a estrepitosa "reivindicação de um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU", uma vez que, agora mesmo é que os membros desse conselho não deverão permitir que um país caloteiro chegue a esse ponto.

Na verdade, para um país que criou uma "área indígena" chamada Raposa-Serra do Sol" do tamanho
de Alagoas de forma contínua na fronteira de uma área contenciosa entre Venezuela e Inglaterra, configurando um dos mais rasos exemplos de traição à pátria da História
do Brasil, nada disso deveria sur­preender. Afinal, a política "gramscista" do PT, sempre mais
populista do que inteligível, é na prática a de que todos os meios justificam o fim, qual seja o de permanência indefinida no poder.

A política externa do PT nos governos de Lula e de Dilma, representam uma das muitas e formidáveis "caixas pretas" a serem abertas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público. Esse ca­lote no TPI e na ONU, além do vergonhoso estado das contas do Itamaraty, que a mídia
apenas cita de forma epidérmica aqui e ali, mostra que tudo o que o PT sempre disse querer fazer não passou de palavras vazias atiradas ao vento.

Algumas representações do Brasil no exterior já enfrentam atrasos salariais e cortes de água e de luz, pois não têm dinheiro sequer para pagar estas contas comezinhas.

É preciso, caso seja factível, que surja alguém do círculo mais próximo da presidente, que tenha ascendência mínima suficiente sobre ela para que a aconselhe e alerte sobre o que está em jogo e sobre a imagem do país, já bastante danificada em razão dos escândalos de corrupção na desastrosa administração do dinheiro público.
Somos motivos de chacotas e piadas no exterior e, com isso, vamos nos isolando cada vez mais do mundo civilizado.

A diplomacia não é algo que algum dirigente, por capricho, deva ou possa mandar às favas. Por sua vez o Brasil não tem forças armadas com o poder de dissuasão externa e interna suficiente e a diplomacia é a única coisa que resta antes que militares comecem a apertar o gatilho, uma
vez que a guerra é consequência da falência da diplomacia.
Que o Itamaraty repouse em paz...

* Sucialismo – socialismo de súcia, de quadrilheiros e traidores.