Uma escolha simples!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

BdB: Como uma empresa de R$ 1 mil reais se transformou ...

BdB: Como uma empresa de R$ 1 mil reais se transformou ...: ...E como Lula transferiu a elas as concessões de canais Espero que o Ministério Público, a Polícia Federal e o Dr. Sérgio Moro, que est...



Menino mau país é uma fábula.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

QUE NUNCA SERVIU PARA NADA TODO MUNDO SABIA,MAIS NEM COMO CHIFRUDA PRESTA.

Rosemary prestava serviços sexuais a Lula.
BRASIL - Bizarro

Rosemary prestava serviços sexuais a Lula
O jornal Folha de São Paulo, foi direto ao ponto: a secretaria Rose e o ex-presidente Lula, eram íntimos desde a campanha presidencial, em 1994. A assessoria do ex-presidente diz que o assunto não será comentado. Sabe-se apenas que Lula viaja ao exterior nos próximos dias e só volta daqui a duas semanas. Assim fica longe da imprensa brasileira, mas, principalmente, distante das garras de Dona Marisa.


O CASAL - O romance entre Lula e Rosemary Noronha não era um segredo de estado, o pessoal do Palácio da Alvorada, seguranças, assessores e jornalistas mais próximos, todos sabiam. A coisa só veio à tona agora depois que começou a cheirar mal.
Fontes: Folha de S. Paulo
, Veja

A influência exercida pela ex-chefe do Planaltinho, o escritório da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Noronha, no governo federal, revelada em e-mails interceptados pela operação Porto Seguro, decorre da longa relação de intimidade que ela manteve, atém hoje, com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Rose e Lula trocam figurinhas desde 1993. Egressa do sindicato dos bancários, ela se aproximou do petista como uma simples fã.

O relacionamento dos dois começou ali, a um ano da corrida presidencial de 1994.

À época, ela foi incorporada à equipe da campanha ao lado de Clara Ant, hoje auxiliar pessoal do ex-presidente. Ficaria ali até se tornar secretária de José Dirceu, no próprio partido.

O radar de Marisa Letícia, a mulher do ex-presidente, acendeu a luz vermelha e ela jamais escondeu que não gostava da “assessora” do marido.

Em 2002, Lula se tornou presidente. Em 2003, Rose foi lotada no braço do Palácio do Planalto em São Paulo, como "assessora especial" do escritório regional da Presidência na capital.

Em 2006, por decisão do próprio Lula, foi promovida a chefe do gabinete e passou a ocupar a sala que, na semana retrasada, foi alvo de operação de busca e apreensão da Polícia Federal.

Nesse papel de direção, Rose contava com três assessores e motorista.

Sua tarefa era oficialmente "prestar, no âmbito de sua atuação, apoio administrativo e operacional ao presidente da República, ministros de Estado, secretários Especiais e membros do gabinete pessoal do presidente da República na cidade de São Paulo".

O escritório e o cargo que ela exercia, depois do escândalo está sendo desmobilizado e extinto pela presidenta Dilma, já que era desnecessário, mantido apenas por um capricho romântico de Lula.

Durante 19 anos, o relacionamento de Lula e Rose se manteve oculto do público.

Em Brasília, a agenda presidencial tornou a relação mais complicada.

Quando a então primeira-dama Marisa Letícia não acompanhava o marido nas viagens internacionais, Rose integrava a comitiva oficial. Ela era, portanto, uma espécie de segunda dama, não contabilizada.

Foto: Jorge Araujo/Folhapress 



Rosemary Noronha, como parte da comitiva de uma viagem de Lula à Costa Rica, em 2009
Segundo levantamento da Folha tendo como base o "Diário Oficial", Marisa não participou de nenhuma das viagens oficiais do ex-presidente das quais Rosemary participou. Comenta-se que D. Marisa tinha o cuidado de ver a relação dos que iam viajar e se por acaso Rose lá estivesse, ganhava uma cartão vermelho da Primeira-Dama.

Integrantes do corpo diplomático ouvidos pela reportagem, na condição de anonimato, afirmam que a presença dela sempre causou mal-estar dentro do Itamaraty. Na opinião deles, a ex-chefe do escritório da Presidência em São Paulo não era necessária.

Oficiais da Aeronáutica se preocupavam com o fato de que ela por vezes viajava no avião presidencial sem estar na lista oficial. Imagine os embaraços diplomáticos e de segurança a existência de uma constante “clandestina” no avião presidencial?
Em muitas vezes, Rose seguia em voos da equipe que desembarca antes do presidente da República para preparar sua chegada.

Nessas viagens, seguranças que guardavam a porta da suíte presidencial nas missões fora do Brasil registravam ao superior imediato a presença da assessora. Oficiais do cerimonial elaboravam roteiro e mapa dos aposentos de modo a permitir que o presidente não fosse incomodado. Resumindo no exterior, Rose dormia com Lula.

Durante esses quase 20 anos, Rose casou-se duas vezes. Seu primeiro marido, José Cláudio Noronha, trabalhou na Casa Civil do então ministro José Dirceu quando Rosemary assumiu o escritório de São Paulo.

Na chefia do gabinete, ela construiu a fama de pessoa de temperamento difícil. Lula chegou a receber de amigos reclamações dando conta de que ela tratava mal os funcionários.

Um deles descreveu um episódio em que ela teria pedido para serventes limparem "20 vezes" o chão do escritório até que ficasse realmente limpo.

Essas primeiras damas genéricas são sempre assim.

Apesar do temperamento, Rose era discreta e não gostava de contato com a imprensa. Em algumas festas e cerimônias, controlava a porta de salas vips, decidindo quem podia ou não entrar.

A Folha contatou que ela também costumava se consultar com o médico de Lula e da presidente Dilma Rousseff, Roberto Kalil.

Rose acompanhou o ex-presidente em algumas internações durante o período em que este se recuperava do tratamento de um câncer no Sírio-Libanês, em São Paulo. Mas só pisava no hospital quando Marisa Letícia não estava por perto.

Na campanha presidencial de 2006, a chefe de gabinete circulou nos debates televisivos que Lula teve com o tucano Geraldo Alckmin.

Ministros e amigos do ex-presidente não negam o relacionamento de ambos. Foi de Lula a decisão de manter Rosemary em São Paulo, conforme relatos de pessoas próximas.

Procurado pela Folha, o porta-voz do Instituto Lula, José Chrispiniano, afirmou que o ex-presidente Lula não faria comentários sobre assuntos particulares.

Como se vê agora Rose é assunto particular, mas durante esses últimos doze anos de governo petistas ela foi paga pelos brasileiros. Se além ou apesar de amante ela prestasse um serviço público decente, ainda dava para compreender.

Afinal, a Rosemary Noronha que nos interessa é aquela que usava o cargo público para praticar falcatruas. A Rosemary, amante, é um problema exclusivo de Lula e de Dona Marisa.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

sábado, 13 de fevereiro de 2016

A ESCOLHA É SIMPLES, ESCOLHA O LADO


PESSOAS DE BEM NÃO VOTAM EM PARTIDOS OU CANDIDATOS DE PARTIDOS COMUNISTAS

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Para quem se achava o verdadeiro astro rei, o pinguço de Garanhuns, o Exú de Nove Dedos, o Chefe da quadrilha, o marginal, o escroque agora na mira de Moro


Da Rede Brasil Atual
Por Rodrigo Viana
Ao negar habeas corpus a dono da Odebrecht, STF mostra que tem medo de Moro. Nessa toada, aguarde para breve prisão do filho de Lula, com que o juiz pretende humilhar o ex-presidente
Blog Escrevinhador – O retorno de Henrique Pizzolato ao Brasil, o bloqueio das contas de Eduardo Cunha na Suíça e a nova convocação da seleção de Dunga acabaram por deixar em segundo plano um fato que pode ser decisivo para o desfecho da crise política no Brasil: o STF negou habeas corpus que pedia a liberação de Marcelo Odebrecht, dono de empreiteira preso há quatro meses pelo juiz das camisas negras – Sérgio Moro.
Advogados que acompanham de perto a Operação Lava Jato observam a decisão como a senha que Moro esperava: ele agora começará a mover as peças em direção do rei no tabuleiro. Moro quer Lula preso. Sempre quis. Ou, na pior das hipóteses (para Moro), Lula estará solto, mas desmoralizado.
Na narrativa megalomaníaca estabelecida pelo juiz das camisas negras, Lula seria o Bettino Craxi brasileiro. Craxi era o líder do Partido Socialista Italiano, e se tornou o grande alvo da operação Mãos Limpas.
Moro vai testando as jogadas no tabuleiro. Se o STF o desautorizasse, expedindo habeas corpus para presos de primeira grandeza (como é o caso de Odebrecht), o juiz talvez não se arriscasse agora a chegar até Lula. Mas o STF parece temer Moro. Foi essa a senha emitida.
“Com a decisão de Teori, aguarde para a semana que vem, ou no mais tardar a outra, a prisão do empresário Bunlai e também do filho de Lula”, diz ao blogueiro um advogado que atua na defesa de empresários atingidos pela fúria de Moro.
O blogueiro, a princípio, duvida da tese do advogado: “Moro vai prender o filho, você acha?”
“Sim, vai prender o filho, pois tem medo da reação de prender o pai. A estratégia é maquiavélica: esvazia o argumento de que é uma prisão política, arrasa o Lula e ainda o desmoraliza”, diz o advogado, que em outros momentos trouxe a este blogueiro análises certeiras, sempre baseadas em fatos e não em desejos dele (leia aqui outro texto que teve como fonte o mesmo advogado).
Moro estaria nesse momento tomando o pulso do STF. Lembremos que, no passado recente, o ministro Gilmar Mendes desautorizou o juiz de primeiro grau Fausto de Sanctis, relaxando por duas vezes a prisão do banqueiro Daniel Dantas. Sanctis, depois, foi triturado pela máquina midiática aliada a Gilmar Mendes.
Moro sabe que não corre o mesmo risco, mas era preciso saber até onde vai a coragem de Teori e de outros ministros do Supremo. Pelo visto, não vai até o ponto de desautorizar de maneira enfática o poderoso juiz de Curitiba.
De onde vem o poder de Moro? Certamente, não é apenas o poder comum de que se investe um juiz de primeiro grau. Sobre o julgador das camisas negras, há muitas teorias. Há quem o veja como um ser dotado de mentalidade salvacionista e algo messiânica (“tenho a missão de combater a corrupção”); outros o percebem como emissário de um poder maior, quiçá instalado até fora do país.
O que não se pode negar é que há uma “operação de inteligência”, procurando casar as decisões judiciais, com a pauta midiática e as manifestações de rua.
Não é à toa que o boneco inflável de Lula ganhou as ruas nos últimos meses. Trata-se de operação casada, calculada milimetricamente.
Não foi Moro que inflou os bonecos, dirão alguns. Mas basta seguir a articulação que une a Globo, Moro e estranhos personagens (como o jovem Chequer, formado nos Estados Unidos) para o centro das articulações golpistas: logo se vislumbrará que o juiz é parte de uma articulação mais ampla.
Moro sabe que o caminho para chegar a Lula passa pelo empresário Bunlai. Este não leva diretamente ao ex-presidente, mas pode mover as peças – primeiramente – em direção à família do líder petista.
“Pessoalmente, isso quebraria mais o Lula do que se fosse ele mesmo preso“, diz o advogado, que revela também: “vários (empresários e advogados) me dizem que a pergunta sobre ele (Bunlai) tem surgido para todos que estão negociando delação premiada". É a forma de se chegar ao filho de Lula. Por enquanto, há apenas manchetes sem substância, mas vai-se estabelecendo a narrativa. As decisões de Moro dependem dessa narrativa – externa aos autos.
O cenário se parece muito com 1954, quando Carlos Lacerda tratava o filho de Vargas como “o filho rico do pai dos pobres”. Nem isso mudou na sintaxe dos que se opõem ao trabalhismo e pregam o golpe.
A UDN ameaçava levar o filho de Vargas preso ao Galeão – onde a Aeronáutica conduzia seus inquéritos, como se fosse um estado paralelo. O presidente reagiu, com o suicídio.
O Galeão de 2015 fica em Curitiba. O juiz das camisas negras tem como objetivo final um líder que talvez não possua a dimensão trágica de Vargas. Mas que lutará até o último momento.
O que se percebe é que nos últimos dias o golpe parlamentar parece ter minguado, enquanto o golpe pela via judicial ganha força – de forma discreta. Por isso mesmo, pode ter muito mais impacto.
Lembremos que foi Lula quem articulou a reação que pôs o governo Dilma de novo em pé. Se Lula for alvejado, ainda que indiretamente, através do filho, todo o campo que se mantem de forma frágil em torno de Dilma, ficará mais vulnerável.
O jogo não está jogado, mas as peças se movem em direção ao rei.
Não vai doer nada a Lula ser preso, todo ladrão sabe que um dia a casa cai? 
Para quem se acha dono do Brasil a vergonha da desmoralização doerá muito mais. O Juiz Moro sabe disso. Preso Lula se tornará mais um herói da petesada comuna. Deve ser preso mais não antes de ser desmoralizado nos quatro quantos do mundo, melhor; o mundo já sabe quem é "O Cara", no Brasil os usuários de antolhos, os inocentes úteis ainda o acham um rei. Filhos de reis dificilmente são presos, por duas razões por serem honrados ou como o pai (rei) ladrão, acobertado por quadrilhas. O filho será preso não demora, o "papai" deus fará de tudo para livrá-lo das grades, não conseguirá, no máximo dividir cela primeiro com este depois com o outro também e quem sabe a filha não divida cela com Dilma, Rose, A filha do deus e a filha do poste. As celas da PF - Curitiba esta quase um céu estrelado, numa cela Bumlai, Serveró, Pedro Correia, breve o filho querido, o Ronaldinho das finanças e do roubo poderá compartilhar com os amigos mais chegados a mesma cela e se "papai" for para a mesma e a PF cobrasse ingresso para quem desejasse ver o rato na jaula, com certeza vendaria mais ingressos que o filme os Dez Mandamentos. Não vou poder assistir de perto nem ver ao vivo o rato preso, mais fogos eu solto. 

terça-feira, 12 de janeiro de 2016