Uma escolha simples!

quinta-feira, 7 de junho de 2012

ESTÃO ESPERANDO O QUE PARA CHAMAR O JAPA?

Tudo no Brasil é saida para roubo de dinheiro público, mais o lixo talvez esteja entre os principais pagamos bilhões para as empresas coletarem lixo de nossas cidades, uma máquina dessas resolveria pelo menos três problemas: O plástico no meio ambiente, a redução no preço dos combustíveis, e o roubo do nosso dinheiro, como? Com a quantidade de lixo plástico que jogamos no meio ambiente, poderia fechar parcerias com empresas que retirassem o lixo (para elas, por conta delas) para reciclagem elas ganahriam com o que produzissem reciclando, as prefeituras comprariam. Mas aqui isto é muito difícil porque no lixo digo, na coleta de lixo esta uma das minas de ouro da corrupção.
Em todos os lugare sdo mundo o plástico é o bicho papão da poluição, 400 anos para se degradar então agora que este cientista japonês (que já merece sem dúvidas um nobel) nos mostra como nos livrar-mos dele ainda por cima com lucro, vamos chamá-lo, uma máquina (de grande porte) dessas em cada cidade seria suficiente para produzir o combustivel paraos veículos oficiais (menos de deputados e ministros que consomem mensalmente o suficiente para  ir e voltar à lua.
Vejma esta máquina, alguém já entrou em contato com o Iko? Se não esta na hora.
Estamos no momento certo já pensaram, em ano de eleição um (releição) um prefeito implantar um troço destes na cidade, seria a glória.
Mas é muito difícil, primeiro porque as asssessorias trabalham procurando  como podem sangra mais ainda os cofres e não vem o que se passa à volta. Assim, eu ajudo.
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Mesmo nos países desenvolvidos, o lixo é desperdiçado por pessoas desleixadas”.

A sincera objetividade do cientista, professor da Universidade da ONU em Tóquio e inventor japonês Akinori Ito é ao mesmo tempo desabafo crítico e mote que justifica a sua maior criação: um sistema que gera petróleo a partir de sacolas e embalagens plásticas. Produzidas às centenas de bilhões de unidades por ano e com demora de até 100 anos para se decomporem, elas são uma terrível praga ambiental e um pesadelo para administradores de cidades de todos os portes, às voltas com aterros sanitários e lixões que ocupam cada vez mais espaço e poluem mais.

A invenção, que Ito bolou em 2010 e vem aperfeiçoando, já foi vendida a compradores de 80 diferentes países, em geral pelo site de sua empresa Blest Corporation. O cientista japonês tem levado sua maquininha também a comunidades pobres da África e da Ásia, onde promove educação ambiental para crianças e doa aparelhos.

A máquina, menos do que um bebedor de água de escritório, propõe a inversão da clássica transformação de petróleo em plástico. E ainda o faz gastando pouca energia (1 kilowatt para a produção de um litro de combustível, a partir de 1 quilo de restos plásticos).

Como é que a coisa funciona? Simples: os itens de plástico são depositados na parte superior da máquina – não há necessidade de triturá-los – e depois aquecidos. Retêm-se os vapores gerados, que posteriormente vão sendo distribuídos por um complexo arranjo de tubos e recipientes de água. Em seguida, resfria-se os gases, convertendo-os em petróleo.



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