Uma escolha simples!

sexta-feira, 16 de março de 2012

O BRASIL TEM SOLUÇÃO!

Ele espera apenas: Que de calças ou saia, alguém que o ame de tal forma que não receie o que pensa o resto do mundo e deixe que a história o julgue.


Não será fácil, o que há dez anos poderia ser feito incruento, hoje pode ser bem diferente, chacais não largam as presas com facilidade ainda mais quando conhecem suas fragilidades.

Qualquer ação mais ríspida fará com que os olhos do mundo se voltem para nós, claro, somos o celeiro e arca da salvação da humanidade.

Todos querem sua parte no bolo, porém quem for louco que se atreva tentar tirar uma fatia (mesmo que seja de péssima qualidade) do bolo deles.

Há muito começou a corrida em busca da taboa de salvação, disfarçada de ajuda, de expansão da liberdade e da democracia, vão estabelecendo ninhos em todas as partes do mundo na tentativa de ter uma opção quando e escassez bater à porta, seja de alimento, água, energia.



Todo mundo quer ajudar o Brasil, desde que leve uma parte dele, cada dia que passa uma pincelada vermelha macula nossos símbolos pátrios, somos aos olhos do mundo uma casa sem donos colocada à venda.


O Brasil não negará ajuda a nenhuma outra nação, desde que os seus estejam à salvo.

Uma saia ou calça, que tenha coragem e amor suficiente, para gritar: Por aqui não passarão! Empulhar a espada patriótica, gritar! Fora! Se necessário erguer a clava forte e não fugir à luta, é tempo de amar este pedaço de chão mais que a própria vida.



Que se danem EUA, OTAN, ONU e demais países ou organizações, o pendão verde, amarelo, azul e branco tem que tremular ás vista do mundo sem manchas vermelhas, livre e soberana.



É hora de separar o joio do trigo, patriotas de traidores!







ETERNAMENTE BRASIL!

DEUS,

PÁTRIA,

LIBERDADE!

2 comentários:

  1. UMA SUBSERVIÊNCIA CAVALAR

    Uma das extravagantes conseqüências do Manifesto Interclubes Militares, do “Alerta à Nação” e seus signatários tem sido a reação da caserna.

    Na medida em que “ladraram os velhos cães de pijama” e não foram punidos, conforme a ordem dos ofendidos, os comandos militares não cumprindo a decisão da suprema governança, por impossibilidade legal, se empenham em demonstrar um servilismo, que soa como uma ÇAdesculpa para os seus superiores por sua “falta de competência”.

    É uma modesta compensação para remediar a falta de amparo para sancionar os infratores, pois se assim não fosse, teriam aplicado o Regulamento Disciplinar.

    Por certo, prometeram acalmar os militares de pijama. Como sabemos um preso é um cidadão, um drogado é um cidadão, um corrupto é um cidadão, um patife é um cidadão, mas um militar de pijama (?) não é um cidadão.

    Sua impotência diante dos fatos parece tê - los colocado em má situação perante as autoridades, e eles se empenham em minimizar a mossa, clamando por paciência e para a contemporização, para uma atitude passiva que deve ser banida do dicionário de qualquer individuo, que tenha um mínimo de vergonha na cara (artigo escasso no mercado).

    Não sabemos que tipo de individuo pode apelar para o bom - senso, para a boa - vontade, ou para qualquer tipo de trégua, quando recentemente, haviam determinado a punição de cidadãos acima de qualquer suspeita por exercerem o seu direito de opinião.

    Mesmo antes da Lei da Anistia, que permitiu o retorno de uma canalha (muitos conhecidos criminosos) para o País, corria à solta a avalanche de propaganda e ações psicológicas que objetivaram desmoralizar as Forças Armadas e denegrir e, se possível, condenar os que haviam lutado contra a subversão.

    Bom, depois eles assumiram o poder, e a partir de então, com o aval, e até a mão do governo, a perseguição sem quartel adquiriu tal dimensão que ficou caracterizada como um ignóbil REVANCHISMO.

    O REVANCHISMO tem sido implacável e uma serie sem conta de eventos e de maléficas e estudadas atitudes corroboram que ele foi, é, e prosseguirá.

    É preciso sofrer de amnésia profunda para esquecer tantas repugnantes ações. A Comissão da Verdade é um de seus últimos atos, mas, certamente, não será o último.

    Portanto, é de estarrecer que entre pessoas esclarecidas, convivam ingênuos que possam vir a sussurrar em nossos ouvidos para que acalmemos os ânimos, para que nos calemos, e apenas por amor, a não sabemos bem “a que, ou a quem”, enfiemos a viola no saco.

    Hoje, não se trata tão somente de denunciar, de bradar em defesa da honra militar, mas de alertar que muito pior do que desmoralizar e enfraquecer as Forças Armadas, de crucificar antigos agentes da repressão, está em andamento uma tirania programada, que submeterá a todos, e que se propõe a destruir esta terra como nação soberana e democrática.

    E um dos passos é a subserviência militar, que vai bem obrigado, o que estraga é esta cachorrada de vira - latas de pijama.

    Brasília, DF, 17 de março de 2012
    Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

    16/03/12

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  2. Que Democracia??

    O estado democrático é uma falácia, um engodo, uma farsa, uma fraude. É a ditadura do poder econômico, o domínio das estruturas sociais pelo mercado financeiro e pelas grandes empresas. A administração pública, a começar pelos três poderes, executivo, legislativo e judiciário, está dominada pela influência de uma minoria ínfima da população, desviando as prioridades do estado para os seus interesses econômicos, negligenciando as funções principais de servir à coletividade como um todo.
    Mantém-se o povo ignorante, desinformado, desmoralizado e amedrontado. Ignorante, negando-lhe uma educação que mereça esse nome; desinformado, controlando a mídia e as comunicações, deturpando informações, omitindo, distorcendo, de acordo com o interesse dos poucos que dominam; desmoralizado, criminalizando qualquer movimento que agregue, esclareça, conscientize e defenda a maioria, dividindo e isolando os indivíduos com a ideologia da competição e do consumo compulsivo através de uma publicidade massacrante, repetitiva, insidiosa, desonesta; amedrontado, entre a exclusão social e o aparato da “segurança pública”. Periodicamente, alimenta-se a farsa, simulando-se eleições “democráticas”, obrigando à votação em massa, após campanhas publicitárias milionárias, mentirosas, onde o único compromisso que se pensa em honrar é com os financiadores dessas campanhas, esquecendo-se os eleitores. São estatísticas.
    O povo, sabotado em instrução, em informação, em consciência, em dignidade, não consegue discernir para escolher, não percebe o jogo de interesses ao qual é submetido. Muitos entram no jogo, negociam vantagens, migalhas... e sustentam o controle do jogo. Outros, não querem “nem saber de política”, querem é consumir, desfrutar, possuir, ostentar, ainda que seja sua própria miséria, sua própria pobreza mal disfarçada, sua média classe, sua mediocridade. São os prisioneiros da publicidade, dependem de estímulos externos para sentirem alguma razão no existir. São a grande maioria das pessoas. Há outros e muitos tipos, mas poucos interessados no que fazem nossos empregados – os políticos, executivos e funcionários públicos em cargos de chefia - e como controlá-los e mantê-los a serviço da coletividade como um todo, priorizando as situações de fragilidade e não os interesses dos mais ricos entre os mais ricos. Que não me venham falar em democracia. A ditadura se impõe, insidiosa ou descarada, sobre a ignorância onde é mantida a maioria. O resto é jogo de cena.
    Eduardo Marinho

    http://observareabsorver.blogspot.com

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